Patrimônio em Telas, Carlos Franca

Carlos Franca, começou a desenhar com apenas 4 anos de idade, habilidade ou dom? De acordo com o multipremiado artista tudo aconteceu naturalmente, sem pressão para fazer ou deixar de fazer.

Autodidata, aprendeu observando desenhos animados e quadrinhos. Já na adolescência decidiu aprender pintura em tela, já que o custo do material é bem mais alto. Para acelerar o processo de aprendizagem investiu em dois cursos com artistas plásticos de Angra dos Reis (D'andréa e Ivo dos Remédios).

Após realização dos cursos, seguiu seu próprio caminho, embora atento aos conselhos que recebia. Assim, continuou aprendendo novas técnicas dos mais variados artistas e estilos de pintura.

Entre suas referências estão os grandes mestres nacionais e internacionais, os artistas que conheceu em Angra dos Reis, e outros artista que ele conheceu, através de várias fontes, como: revista, TV, exposições. Ao identificar uma técnica apurada, Carlos a estudava até dominar seu uso.

A arte faz parte da vida do artista de uma maneira intensa e ao mesmo tempo natural. "Me tornei artista naturalmente, quando fui ver eu já estava completamente envolvido, minha arte é fundamental e dá sentido na minha vida". Em outro momento ele exclama: "... a arte é essencial na vida, na minha, é inseparável, insubstituível, inspiração e satisfação".

Os seus primeiros quadros, de 1993, são assinados pelo nome Carlitos. A partir de 2003, passou assinar com o nome artístico C. Franca. Seu estilo acadêmico é caracterizado por uma pintura bem realista. Um dos temas que mais lhe fascina são os temas marinhos.

Contato do artista:

Site: www.artecarlosfranca.com.br

Facebook:https://www.facebook.com/Arte-Carlos-Franca-413393485360967/?ref=bookmarks

Telefones: (24) 33618626/ 999196659


EXPOSIÇÕES: 46 Exposições coletivas, 24 Exposições individuais  e 55 Salões.

PREMIAÇÕES:

2 Prêmios Hors-Concours
5 Prêmios de Aquisição
11 Troféus de Melhor Pintura do Salão
1 Troféu de 2º Lugar
1 Troféu de 3º lugar
1 Menção Especial de Honra
11 Medalhas de Ouro
6 Medalhas de Prata
3 Medalhas de Bronze
1 Medalha de Homenagem Especial
15 Menções Honrosas

CONDECORAÇÕES:

Colar de Cunhambebe – Ateneu Angrense de Letras e Artes – Angra dos Reis – RJ.

Moção de Aplausos, Câmara Municipal de Angra dos Reis – RJ.

Medalha do Mérito Cultural Brasil dos Reis, Câmara Municipal de Angra dos Reis – RJ.

DESTAQUES:

Um dos seis vencedores do salão de pintura “500 anos de Angra dos Reis” (Eletronuclear e Ateneu). Aquisição da obra pela Eletronuclear.

Salão do Mar do Clube Naval (Rio de Janeiro).
Medalha de Prata – 2003 / Medalha de Ouro – 2004 / Prêmio Hors-Concours - 2007

Salão de Artes Plásticas ABD - FCEB (Rio de Janeiro). Medalha de Homenagem Especial – 2004 / Troféu de Melhor Pintura - 2003 - 2005

Salão de Belas Artes do Clube Naval (Rio de Janeiro). Medalha de Ouro – 2003 / Troféu de Melhor Pintura – 2004 / Prêmio Hors-Concours - 2005

EXPOARTE - Colégio Naval (Angra dos Reis).
Troféu de Melhor Pintura - 2004 - 2007 - 2009 - 2010, Medalha de Ouro - 2004 - 2006 - 2008 – 2010 - 2018, Medalha de Prata - 2005 - 2006 - 2007, Medalha de Bronze - 2006, Participação como Hors-Concours - 2011 - 2012 – 2013 – 2014 – 2015 - 2016(jurado).

1º Salão de Pintura Alte. Gastão Motta - (Rio de Janeiro). Prêmio Aquisição (2º lugar) - 2005

Salão de Pintura “Semana Brasil dos Reis” (Angra dos Reis). Troféu 1º lugar : 2005 - 2007 - 2011 – 2013 – 2015.

Salão de Artes Plásticas da Escola de Guerra Naval - 2006 (Rio de Janeiro).  
Prêmio Aquisição e Medalha de Ouro.

Desenho publicado no jornal O Globo, em 19 de março de 1995.

Membro de Júri do Salão de Artes Plásticas ABD e Centro Cultural de Angra dos Reis - 2005, 2006 e 2008.

Exposição Coletiva no Palácio Guanabara – RJ – 2006.

Ilustração do livro 84 Histórias de uma História.

Acadêmico do Ateneu Angrense de Letras e Artes.

Acadêmico da Associação Cultural Raul Pompeia.

Catalogado no Livro Arte um Olhar Muito Especial II.

Exposição Coletiva no Centro Cultural da Justiça Federal – RJ em 2010, realização Instituto Muito Especial.

Obra publicada na Revista Veja (Veja Rio), edição 2157, ano 43, nº12, 24 de março de 2010.

Exposição Muito Especial Recife no Museu do Estado de Pernambuco, maio de 2011. Instituto Muito Especial.

28º Salão Nacional de Artes Plásticas de Embu das Artes – SP, 2012/2013.

Entrevista publicada na Revista RUMO, edição 43, maio de 2014.

Exposição no SESC Barra Mansa – RJ. Setembro de 2014.
         
Matéria publicada no guia DECOR Angra dos Reis – RJ. Dezembro de 2014.
         
Professor de desenho no projeto SESC Barra Mansa, em Angra dos Reis 2015.

QUADROS NO ACERVO DAS SEGUINTES INSTITUIÇÕES E PERSONALIDADE:

  • Delegacia da Capitania dos Portos de Angra dos Reis - RJ (Marinha).
  • Pinacoteca da Eletronuclear (Angra dos Reis - RJ).
  • Associação Histórica e Cultural Almirante Gastão Motta (Marinha - Rio de Janeiro).
  • Prefeitura Municipal de Angra dos Reis - RJ.
  • Escola de Comando e Estado - Maior do Exército (Rio de Janeiro).
  • Escola de Guerra Naval (Marinha - Rio de Janeiro).
  • Ateneu Angrense de Letras e Artes (Angra dos Reis - RJ).
  • Colégio Naval, Angra dos Reis - RJ.
  • Museu Maçônico de Paraty - RJ.
  • Ariano Suassuna.





Fazenda do Fundão, Paraty

A Fazenda do Fundão, era uma vasta propriedade localizada no Saco do Fundão. As informações que constam no artigo foram extraídas do documentário sobre a fazenda. De acordo com os idealizadores do projeto, a ideia do documentário Dias de Infância Memórias da Fazenda do Fundão, surgiu quando encontraram na Praça da Matriz, na cidade de Paraty, Maria Thereza Corrêa de Ermlich.
 
Na ocasião do encontro, a contadora de histórias, estava sentada em sua cadeira de balanço, vendendo pequenos livrinhos com suas memórias de infância: “Histórias Frutíferas” e “Lembrou-se, Xiba e Zepelim”. Isso ocorreu no ano de 2008, durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip).

Na data do encontro, a paratiense, cronista de sua infância, vendia seus preciosos livros artesanais nas ruas do Centro Histórico de Paraty, encadernados por ela com uma fita colorida e uma árvore frutífera desenhada a lápis. Maria Thereza Corrêa Ermlich nasceu em 1937 na Fazenda do Fundão em Paraty, onde morou até 1958. Em 2008, escreve seu primeiro livro, “Histórias Frutíferas”, no qual associa cada história às diversas frutas que saboreava no Fundão junto a seus onze irmãos, nove meninas e dois meninos, bem como às historias de meninice que compartilharam com seus pais, com os filhos dos trabalhadores, com os bichos e a natureza.

Ela e seu livro de frutas com histórias constituem o ponto de partida do documentário. Os dias de infância na década de 1920, 1930 e 1940 estruturaram e construíram a memória da Fazenda do Fundão, onde seu pai, Pedro Alvarenga Corrêa, o “Peroca”, destilou a melhor cachaça da época.

O documentário procurou dar um significado especial as histórias narradas por Maria Thereza através das lembranças de suas irmãs mais velhas: Silvia, nascida em 1918, e Maria Irmina, nascida em 1920, que também falam sobre a própria educação e a vida na fazenda. As narrações estabelecem os vínculos com a memória dos filhos dos empregados, destiladores, tropeiros e músicos, que nasceram, moraram, trabalharam e se alfabetizaram a partir de 1943, ano em que o governo inaugurou uma escola na fazenda do Fundão. Todos se lembram da exuberante natureza do lugar e estabelecem um elo permanente com o cotidiano, com as brincadeiras, as festas e os sonhos de infância. 

A cachaça do Peroca , da Fazenda do Fundão, foi premiada e transcendeu internacionalmente, prova disso é que ainda esteja presente num site da República Checa. Clique aqui!

A área da antiga fazenda é um sítio histórico, a APA Cairuçu (Área de Proteção Ambiental). Em uma consulta verificou-se no relatório do mês de novembro/2011, que enumera os sítios históricos identificados, dentre eles encontra a área que ocupava a antiga Fazenda do Fundão: “ Roda d’água de ferro do Engenho do Peroca, no saco do Fundão, onde ainda restam fundações e o piso da sede” (APA, 2011, p. 32). 
O documentário Dias de Infância, de 60 minutos de duração, é considerado pelo IHAP (instituto Histórico e Artístico de Paraty) um importantíssimo aporte à memória e à preservação da cultura local. Fonte:  IHAP, PMP, Documentário Dias de Infância Memórias da Fazenda do Fundão. 

Documetário disponibilizado na página do facebook.

Capela de Nossa Senhora da Conceição de Jacareí, Mangaratiba

A Capela de Nossa Senhora da Conceição, fica na Rua da Praia, Conceição de Jacareí,  foi construída em 1847, por pescadores da região. A igreja é dedicada a padroeira do distrito Conceição de Jacareí, Nossa Senhora da Conceição. Sendo comemorada anualmente no dia 8 de dezembro uma festa em sua homenagem. A Construção original, tem estilo rústico, com linhas simples, típico das capelas da época, lembra os antigos templos jesuíticos espalhados pelo litoral da América.

Entretanto os seus anexos sofreram diversas modificações ao longo do tempo como pode ser visto nas fotos. O distrito de Conceição de Jacareí foi assim batizado em homenagem a santa.

A construção é pintada de branco, exceto pelas portas e janelas em azul. A obra é exemplo dos templos voltados para o mar. Bem pequeno (em muitas celebrações são necessários revezamentos), o prédio possui ornamentos que despertam interesse dos apaixonados pelo turismo sacro, dado o acervo artístico das obras dos altares e laterais.

Em frente a construção religiosa, encontra-se um cruzeiro, parte integrante do conjunto religioso. Trata-se de uma uma cruz que simboliza a cruz de Cristo.

Ao marcar o tempo e horário das missas com o badalar dos sinos, a Capela de Nossa Senhora da Conceição evoca um tempo no qual os pescadores miravam a sua torre para retornar ao lar depois de um dia no mar.

A festa de Nossa Senhora da Conceição, é comemorado com muita alegria e religiosidade em Conceição de Jacareí. Católicos prestigiam a tradicional procissão de Nossa Senhora da Conceição, que percorre diversas ruas do distrito, além de Missa. Também é realizada a parte social da festividade com shows de grupos musicais, na sede do Centro de Informação Paroquial. A festa é realizada pela Igreja de Nossa Senhora da Conceição com apoio da Prefeitura de Mangaratiba. Marli de Souza da Silva, integrante da Terceira Idade, sempre presente nas festividades, relatou sobre a festa “Como católica acho muito importante comemorarmos este dia. Participamos de toda a comemoração, tanto a parte religiosa quanto a social. O evento é muito agradável. Estão todos de parabéns”. Fonte: Diocese de Itaguaí, Prefeitura de Mangaratiba, Paróquia de Conceição de Jacareí.



Talento de Angra dos Reis, Patrimônio em Telas!

Nossa matéria especial é para homenagear o talento da "Nossa Terra", Almir Tavares. Em suas telas Almir sempre chamou nossa atenção por promover um resgate histórico do patrimônio angrense. O artista, começou seus estudos de desenho e pintura com o Prof. D`Andrea ( Felício D´Andrea Netto) aos 07 anos de idade, permanecendo como seu aluno até os 17 anos. Com ele o artista aprendeu as técnicas para aprimorar os seus talentos, percebidos desde que era apenas uma criança. Apaixonado por Angra dos Reis e sua história, o artista passou a retratar o nosso patrimônio cultural e natural. Sua especialidade é a técnica de óleo sobre tela.
Almir é também, um profissional da área naval, formado pela Escola Técnica de Projetos de Mecânica. Possuí um projeto que visa o resgate visual, literário, histórico de Angra dos Reis, local onde nasceu. Almir já expôs suas telas no Iate Clube Aquidabã, Casa da Cultura de Angra dos Reis, Colégio Naval e Palácio do Governo. Algumas de suas obras ficam expostas no Mercado Redondo, Quiosque do Paulino.   
O artista vem desenvolvendo em conjunto com amigos, maquetistas, historiadores, administradores, e artistas plásticos, o Projeto Portais do Passado. Neste, buscam resgatar o passado da nossa cidade, por meio de artes visuais. Na página abaixo, divulgam os trabalhos. Para o projeto o artista está coletando fotos antigas e locais pitorescos de Angra. Se você tiver fotos antigas, por favor, forneça cópias, para serem utilizadas pesquisa e montagem da maquete eletrônica. Para Conhecer o projeto clique no link:  Projeto Portais do Passado

Para adquirir as telas, contatos: (21) 99005-6375.



















Restinga de Marambaia

A Praia de Marambaia, também conhecida como Restinga de Marambaia, é considerada uma espécie de preciosidade da ecologia, uma vez que, a vegetação deste local chega suavemente perto das ondas. A praia é um lugar feito para os animais, para os peixes, pássaros e é claro, para os sortudos habitantes e visitantes que possuem a oportunidade de morar ou simplesmente visitar o lugar. A Restinga da Marambaia, fica na bela região na Costa Verde do Estado do Rio de Janeiro, é uma faixa arenosa com extensão de 45 km e de propriedade da União. Seu controle é dividido pela Marinha, Aeronáutica e Exército. E também por ser uma APA (Área de Proteção Ambiental), o acesso às praias é restrito. O nome Restinga se dá pela vegetação de árvores e arbustos de pequeno porte, onde possui um solo bem úmido, mas que vem constantemente sofrendo com o lixo acumulado.

Eventualmente, o local recebe o Presidente da República para períodos de descanso na parte oeste da Restinga da Marambaia, onde está localizado o Cadim (Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia). Criado em 1981, o Centro tem a missão de preparação para deslocamento e combate das Forças Navais e dos Fuzileiros Navais. Parte dos funcionários mora no local, que tem várias casas para militares e suas famílias e algumas construções, como a igreja de Nossa Senhora das Dores, uma escola municipal e um heliponto.

No período do Brasil colonial, a região da Marambaia era visitada por piratas que se abasteciam ali e abrigavam suas embarcações do mau tempo. Na segunda metade do século 19, no período imperial, foi instalado um entreposto de escravos trazidos da África. O prédio que hoje abriga o Hotel de Trânsito da Marinha foi, naqueles tempos, a senzala da fazenda. Três anos após a declaração da Lei Áurea (abolindo a escravidão), as terras foram vendidas pela família que detinha a posse, e no fim do século 19 a propriedade da ilha foi transferida para o Banco da República do Brasil.

A União adquiriu a ilha em dezembro de 1904 e a colocou à disposição da Marinha dois anos depois. Em 1908, passou a funcionar ali a Escola de Aprendizes-Marinheiros. As praias da Restinga da Marambaia já foram usadas como cenário de novelas da Rede Globo, como "Guerra dos Sexos", em março de 2013.

O Centro de Adestramento da Ilha da Marambaia é subordinado ao Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais. Tem cerca de 320 militares e duas dezenas de civis. Uma pequena parte deste grupo reside no local. A outra parte desloca-se do continente para a ilha durante o dia, saindo em uma embarcação de Itacuruçá. É o único local no estado do Rio onde navios, aeronaves e veículos militares podem fazer uso de armamento real para adestramento.

  • Cronologia: em 1847 a Marambaia (incluindo fazendas e escravos) foi comprada pelo comendador Joaquim José de Souza Breves (1804-1889). 
  • Com a proibição ao tráfico de escravos para o Brasil (1831), a ilha passou a ser utilizada por ele como porto clandestino de desembarque de africanos. 
  • De acordo com a documentação do tribunal da Auditoria Geral da Marinha, entre 1850-1851, cerca de 940 africanos foram apreendidos na Marambaia suspeitos de serem recém desembarcados, a maioria deles procedente do Congo, Cabinda e Benguela. 
  • Após a abolição da escravidão no Brasil (1888) e após a morte do comendador Breves (1889), os ex-escravos continuaram vivendo na ilha. 
  • Os moradores da comunidade contam que antes da sua morte, Joaquim Breves doou as terras da ilha para as famílias de libertos que continuaram vivendo por lá, no entanto, essa doação nunca foi concretizada legalmente. 
  • Em 1905, a Marambaia tornou-se propriedade da União Federal. 
  • Desde 1971 encontra-se aos cuidados da Marinha do Brasil. 
  • Na década de 1990, a União Federal ajuizou uma série de ações de reintegração de posse acusando os antigos moradores da Marambaia de “invasores”, desconsiderando que essas famílias viviam na ilha há várias gerações. 
  • Para permanecerem no território, a comunidade fundou, em 2004, a Associação dos Remanescentes de Quilombo da Ilha da Marambaia (Arquimar) e desde então buscam a titulação através do Artigo 68 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) da Constituição Federal de 1988.
Fonte: Naval, Marmil, UFF, Bases Navais.

Museu das Conchas, Mangaratiba

O Museu das Conchas íntegra o Museu Municipal de Mangaratiba (MMM). A reabertura para visitação dos moradores e turistas é gratuita. O espaço fica no histórico prédio do Solar Barão do Sahy.

O Museu das Conchas com centenas de peças, dentre elas uma concha gigante dos corais da Austrália com 157 kg e um fóssil amonita de mais de 150 milhões de anos), é um atrativo turístico e cultural da cidade. O Solar fica na Rua Coronel Moreira da Silva, 173, no Centro, e funciona de terça a sexta, das 9h às 17h. Sábados, domingos e feriados de 9h às 14h. Contatos: (21) 3789-9034/(21) 9698-3736 e-mail: museudasconchas@ig.com.br.

O museu foi transferido para o prédio, de acordo com o presidente da Fundação Mário Peixoto, Alexandre Franklin, para melhor receber os visitantes: “a decisão em retornar o Museu das Conchas para o MMM se deve ao maior conforto, comodidade e, sobretudo, garantir acessibilidade aos visitantes. O espaço é um importante instrumento de pesquisa da cidade. Afinal, os principais marcos de Mangaratiba, como arquivos políticos e sua construção, fotografias e a sala de exposição do cineasta Mário Peixoto encontram-se expostos no espaço”.

Além das Conchas, o espaço conta com o famoso Café do Museu e apresentações musicais. O ponto de encontro dos mangaratibenses e dos turistas fica localizado no aconchegante jardim do Solar Barão do Sahy, em um clima romântico com vista para o mar, acompanhado do delicioso café da roça passado na hora, na mesa do cliente, além das deliciosas iguarias servidas. O espaço conta ainda com a famosa feira de produtos da terra, em especial da banana (principal fruto da cidade). E para compor este ambiente, grupos de música de Mangaratiba se apresentam durante as solenidades.

A Fundação Mário Peixoto conta também com grande exposição de artistas da cidade. As obras ficam expostas em uma das salas do Solar Barão do Sahy.
  
O colecionador e mantenedor do museu é o Sr. Carlos Bernardo Servolino, Doutor Carlitos. A grande diversidade de peças expostas, seria resultado de anos de pesquisa. Incluindo a coleção de exemplares de outros continentes, exemplo do exemplar da Grande Barreira de Corais da Austrália, com 157 quilos, 1 metro de comprimento, 70 cm de largura e 50 cm de altura.

Ao todo, o acervo conta com aproximadamente 1.200 espécies de conchas de diversos países. Além disso, o museu possui uma biblioteca com aproximadamente 400 livros de malacologia. Trata-se de um lugar que, embora pequeno, vale a pena ser visitado por ser propício para conscientizarmos as pessoas quanto à preservação da natureza, principalmente à nossa fauna e flora marinha.
Fonte: Prefeitura Municipal de Mangaratiba, Riotur, Cultura Brasil.

Lançamento do Navio Henrique Lage,1961, Verolme.

O ex-Presidente Humberto de Alencar Castelo Branco, participou da cerimônia de lançamento do navio Henrique Lage, no estaleiro Verolme, atua...